O artigo desta semana aborda um assunto que é muito freqüente em nosso meio e que trás grandes transtornos emocionais e psicológicos para seus portadores e para os que convivem com eles.
 
Um exemplo conhecido por todos nós é nosso falecido astro pop Michael Jackson, onde através de vários relatos em TVs, revistas e sites americanos comprovou-se que tinha vitiligo.

 

O vitiligo é um desequilíbrio cutâneo adquirido, idiopático, caracterizado por máculas acrômicas em qualquer parte da pele e/ou mucosas. A etiopatogenia (causa) é desconhecida, porém das teorias propostas os mecanismos imunes merecem destaque principalmente na forma vulgar da doença, sendo freqüentemente observada a associação de vitiligo com doenças auto-imunes, como as tireoidites. Alguns fatores precipitantes são o estresse, a exposição solar intensa, traumas físicos e a exposição a algumas substâncias como a borracha. Novas drogas têm surgido, como os tratamentos tópicos que, aliados às terapias convencionais e à boa relação médico/paciente, têm permitido grandes sucessos na terapêutica dessa doença.

DEVEMOS LEMBRAR:

O VITILIGO NÃO É CONTAGIOSO, ou não se adquire e não se dissemina através de contato físico (beijo, contatos íntimos, compartilhar utensílios).

O portador do vitiligo deve ser tratado como uma pessoa normal porque seu maior estigma esta na discriminação social.